"Isso se torna resistência. Quando você não deixa o culto do seu Deus, não é só um Deus... Como Xangô. Xangô não é só Xangô divindade. É Xangô herói, Xangô como estado! As divindades na maioria delas, misturavam-se com o próprio lugar, com o próprio culto. Lembrar de Xangô não é só o Orixá Xangô, o Deus Xangô. Era manter a lembrança da onde vÍnhamos."
(Babá Diego de Odé)

Referências
ALMEIDA, Maria Inez Couto de. Cultura Iorubá: costumes e tradições. Rio de Janeiro: Dialogarts, 2006. 173 p.
ALVES, Aparecida Paschoalotto; CACIONE, Cleusa Erilene dos Santos. A cultura africana nas manifestações brasileiras: música e dança (samba), Paraná, 2014.
BEHAGUE, Gerard. Correntes regionais e nacionais na música do candomblé baiano. Disponível em: <http://hugoribeiro.com.br/biblioteca-digital/Behague-Musica_candomble.pdf>. Acesso em: 10 mar. 2018.
BERNIER, José. Dicionário Yorubá - português. 2 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2014.
CARDOSO, Ângelo Nonato Natale. A linguagem dos tambores. 2006. 246 p. Programa de pós-graduação em música (Doutorado em etnomusicologia) - Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2006. 1.
CARVALHO, DIEGO. Reflexão sobre o Candomblé : Disponível em: <http://terradosorixas.blogspot.com.br/2014/01/reflexao-sobre-o-candomble.html>. Acesso em: 10 jul. 2017.
FÁLÀDÉ, Fásínà. Ifá, the key to it’s understanding. Lynwood, Àrà Ifá, 1997.
FILHO, Olavo de Souza Pinto Filho; MARQUES, Lucas de Mendonça. Dos Yorùbá ao Candomblé Kétu: Origens, Tradições e Continuidades. Cadernos de Campo. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2011. 304 p.
GOES, Emanuelle Freitas ; SANTOS, Elisa Maria. Racismo, gênero e saúde no Brasil. Disponível em: <http://www.ufpb.br/evento/lti/ocs/index.php/18redor/18redor/paper/viewFile/1944/791>. Acesso em: 10 mar. 2018.
KILUEY, Odé; OXAGUIÃ, Vera de . O candomblé bem explicado: Nações Bantu, Iorubá e Fon. 1. ed. Rio de Janeiro: Pallas, 2014. 368 p.
LIMA, Vivaldo da Costa. O Candomblé na Bahia na década de 1930. Revista do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo. São Paulo: Editora Universidade de São Paulo, v. 18, n. 52, p. 201-221, 2004.
LUZ, Marco Aurélio. Do tronco ao Opa Exim: memória e dinâmica da tradição afro-brasileira. Rio de Janeiro: Pallas, 2002. 246 p.
MOURA, Clóvis. Dicionário da Escravidão Negra no Brasil. São Paulo: Editora Universidade Estadual de São Paulo, 2004.
NADALINI, Ana Paula. Mitologia e práticas alimentares do povo-de-santo e Orixás: uma ponte entre a história da alimentação e o estudo das religiões. In: SIMPÓSIO NACIONAL DE HISTÓRIA, 24., 2007, São Leopoldo, RS. Anais do XXIV Simpósio Nacional de História – História e multidisciplinaridade: territórios e deslocamentos. São Leopoldo: Unisinos, 2007. CD-ROM.
NASCIMENTO, Alessandra Amaral Soares. Candomblé e Umbanda: práticas religiosas da identidade negra no Brasil. Revista Brasileira de Sociologia da Emoção. João Pessoa: v. 9, n. 27, Universidade Federal da Paraíba, p. 923-945, 2010.
PAIVA, Kate Lane Costa de. Odara: uma comunicação estética da dança do candomblé. Disponível em: <http://docplayer.com.br/10019332-Odara-comunicacao-estetica-da-danca-no-candomble-kate-lane-costa-de-paiva.html>. Acesso em: 10 mar. 2018.
PRANDI, Reginaldo. Mitologia dos Orixás. 21. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. 591 p.
SANCHES, Pierre. Percursos de sincretismo no Brasil. Rio de Janeiro: Ed. Verj, 2001.
SOARES, Watusi Virgínia Santiago. A resistência da cultura africana nos rituais de candomblé ketu. Disponível em: <http://www.faculdadealfredonasser.edu.br/files/pesquisa/A%20RESIST%C3%8ANCIA%20DA%20CULTURA%20AFRICANA%20NOS%20RITUAIS%20DE%20CANDOMBL%C3%89%20KETU.pdf>. Acesso em: 10 mar. 2018.
VERGER, Pierre Fatumbi. Lendas africanas dos orixás. 4. ed. Salvador: Corrupio, 1997. 96 p.